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Homem sem rumo

 


cartazTudo começa com o retrato de dois irmãos: um, é o arquitecto visionário, o outro o seu seguidor. No entanto, ambos precisam um do outro. Eles entregam-se e a energia que dai emane leva-os à construção de uma nova cidade. É um êxito e o dinheiro corre a rodos. Dez anos mais tarde, o arquitecto morre deixando o seu irmão como único herdeiro do império. É então que por detrás da energia libertada aparecem outras forças descontroladas. O irmão ama a “mulher” do defunto, a qual parece, sempre ter amado. Mas não pode continuar a ama-la, depois de tanto ter sofrido durante anos vividos à sombra do seu irmão genial. No final da peça uma certeza: a energia, antes fecunda, tornou-se destrutiva. Mulher e irmão, de novos dependentes um do outro, entregam-se a um combate sem tréguas.

Terceira peça de Arne Lygre, Homem sem Rumo — título [em norueguês] com um duplo sentido, tanto pode significar um homem sem intenções como um homem supérfluo — foi representada pela primeira vez em Setembro de 2005, durante o Festival de Teatro Contemporâneo em Oslo, numa das salas anexas do Nationaltheatret. Homem sem Rumo foi muito bem acolhida pelos críticos noruegueses.

 

PERSONAGENS
POR ORDEM DE ENTRADA

PETER JORGE ANDRADE
IRMÃO JOÃO TEMPERA
PROPRIETÁRIO/ASSISTENTE CARLOS PAULO
MULHER TÂNIA ALVES
FILHA MARIA ANA FILIPE
IRMÃ MIA FARR

ESTREIA A 22 DE OUTUBRO 2008
De Quarta a Sábado às 21h30m
Domingos às 16h
Quartas e Quintas preço único de 5€
De Sexta a Domingo 10€, Jovens e Terceira Idade 7,50€

Termina a 14 de Dezembro

 

 

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