Comuna Teatro da Pesquisa
João Mota

João Mota

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João Mota

João Mota

João Mota

João Mota

João Mota

João Mota

Joćo Mota

Joćo Mota

Joćo Mota

Joćo Mota

Joćo Mota

João Mota

Nasceu em Tomar em 1942.

Iniciou a sua carreira como actor nos programas da Emissora Nacional. Em 1957 ingressou no Teatro D. Maria II, onde permaneceu 10 anos. Trabalhou, entre outros, com os seguintes encenadores: Amélia Rey Colaço, Palmira Bastos, Varela Silva, Pedro Lemos, Jacinto Ramos, Carlos Avilez, Caetano Luca de Tena, Henriette Morineau, Adolfo Gutkin, José Tamayo, Francisco Ribeiro (Ribeirinho), Paulo Renato, Armando Cortez, Henrique Santana, Michel Benthel, Jorge Listopad e Celso Cleto.

Fundou a COMUNA TEATRO DE PESQUISA (1972) companhia que ainda hoje dirige e pela qual já encenou mais de 90 Produções.

Como actor e encenador apresentou-se nos mais variados países como Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Polónia, Jugoslávia, México, Guatemala, Costa Rica, Venezuela, São Salvador, Colômbia, Brasil, Itália, Bélgica e Hungria.

Foi o primeiro professor convidado para a reforma do ensino artístico protagonizado por Madalena Perdigão e Veiga Simão.

Foi, também, pioneiro da Expressão Dramática em Portugal, tendo trabalhado com João dos Santos e Arquimedes da Silva Santos na Escola Superior de Educação pela Arte.

Foi fundador e director da Convenção Teatral Europeia.

Dirigiu cursos de teatro em diversas cidades fora de Portugal como: Mérida (Espanha), Saint Étienne, Reims (França), Tournai (Bélgica), Las Palmas (Canárias), São Paulo e Recife (Brasil), Bolonha(Itália), para além de orientar inúmeros cursos de formação no nosso País , como por exemplo o Curso de Expressão Dramática da Fundação Calouste Gulbenkian .

Dirigiu o “Auto da Alma” para o filme “O Mal Amado” de de Fernando Matos Silva.

Júri de diversos concursos, como por exemplo o de apoio à Edição de Dramaturgia Portuguesa Contemporânea do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas/Ministério da Cultura e Centro Nacional de Cultura.

Foi nomeado Professor da Escola Superior de Teatro e Cinema em 1972 onde foi director do departamento de teatro e Presidente do Concelho Directivo (1996 a 2002).

Fez parte em 2002/2005 da comissão de avaliação do ensino Superior Artístico.

Foi em 2002/2003 Director do Mestrado em Teatro e Educação na Universidade do Algarve.

Em 1992 foi agraciado com a comenda da Ordem do Infante D. Henrique.

Em 2007 foi-lhe atribuído a Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro, e a Medalha de Mérito Cultural

Aposentado na qualidade de Professor Adjunto da Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa.

PEÇAS QUE ENCENOU

“Para Onde Is” de Gil Vicente;
“Feliciano e as Batatas” de Catherine Dasté;
“Brincadeiras” colectivo Comuna Teatro de Pesquisa;
“Vamos para Maljukipi” a partir de textos de crianças da casa de pessoal da Fundação Calouste Gulbenkian;
“A Ceia” Colectivo de recolha de textos de Gil Vicente, Antero de Quental, Bíblia, Corão, Vinícius de Morais e Mário Dioniso;
“Ceia II” Colectivo com inclusão de “A Ceia”;
“Cegada” Texto colectivo;
“Era Uma Vez” de Alfredo Nery Paiva;
“Bâo” de João Mota;
“Fogo” Colectivo e recolhas de Esquilo, Autos da Inquisição, Grupo de Cristãos de Bogotá, D.Helder Câmara, Camilo Torres, Hitler, Pinochet, Franco, Salazar, Che Guevara, Mao Tse Tung, Amilcar Cabral e Samora Machel;
“O Muro” de José Gomes Ferreira;
“Em Maio” Colectivo e recolhas de Salazar, Bíblia, Cura D’Ars, S. Vicente de Paula, Manual Militar da Guerra Colonial, discurso do PR de 10 de Junho73, cartas dos Bispos Portugueses de 65, Augusto Boal, José Mário Branco, Pablo Neruda e colagem de discursos pós 25 de Abril;
“A Mãe” de Bertolt Brecht;
“Homem Morto Homem Posto” de Bertolt Brecht;
“Sissurrica” de Jorge de Sena;
“Guerras do Alecrim Mangerona” de António José da Silva;
“O Dragão” de Evguini Schwartz;
“As Despedidas da Grã-duquesa” de Bernard da Costa;
“Em Frente da Porta do Lado de Fora” de Wolfgang Borchert;
“Deix’os Poisar” (Café-Teatro) de Carlos Paulo, Francisco Pestana, Abel Neves, Gil Vicente e Fernando Pessoa;
“Serena Guerrilha” de Abel Neves e Comuna;
“A Viagem” de Helder Costa;
“Não Fui Eu Foram Eles” (Café-Teatro) de Abel Neves, Carlos Paulo, Fernando Gomes, Francisco Nicholson;
“A Castro” António Ferreira;
“Quero o Meu Victor a Cores” (Café-Teatro) de Carlos Paulo;
“Marat” de Peter Weiss;
“Para Onde Is” de Gil Vicente;
“Pó de Palco” (Café-Teatro) Herberto Helder, José Pedro Gomes, Carlos Paulo, Abel Neves, Manuel Alegre, Luís Campos e Karl Valentim;
“Mestre Meu Mestre Querido” de Fernando Pessoa;
“Amadis” de Abel Neves;
“Festa Medieval” (em colaboração com o grupo de música antiga “La Batalla”) de Abel Neves/Comuna;
“Caligula” de Albert Camus;
“Touro” de Abel Neves;
“Victor ou as Crianças no Poder” de Roger Vitrac;
“Farsa Você Mesmo” (Café-Teatro) José Carlos Ary dos Santos, Jaime Gralheiro, Carlos Paulo, Alexandre Lopes, Abel Neves, Pêro Garcia, João Zorro, Rui Moniz, Diogo Fogaça, Fernando da Silveira Bocage, Filinto Elísio e Abade de Jazente;
“O Despertar da Primavera” de Frank Wedekind;
“Os Dois Corcunda e a Lua” de Richard Demarcy;
“O Destino Morreu de Repente” de Alves Redol;
“Èdipo-Rei” de Sófocles;
“Os Recrutas” (Biloxi Blues) de Neil Simon;
“Pécora” de Natália Correia;
“O Estrangeiro em Casa” de Richard Demarcy;
“Um Eléctrico Chamado Desejo” de Tennessee Williams;
“II Festival da Otite” (Café-Teatro) de Carlos Paulo;
“Terra” de Abel Neves;
“Má Sorte Ter Sido Puta” de John Ford;
“Feira Vicentina” de Gil Vicente;
“Eduardo II” de Marlowe;
“Quando Passarem Cinco Anos” de F. Garcia Lorca;
“Perdição” de Hélia Correia;
“El Grande de Coca-cola” (Café-Teatro) de vários autores;
“Lisistrata” de Aristófanes;
“Guerras de Alecrim e Mangerona” de A. José da Silva “O Judeu”;
“A Senhora Klein” de Nicholas Wright;
“A Pulga Atrás da Orelha” de G. Feydeau;
“Viagem” vários autores;
“A Travessia” de Erico Veríssimo/João Mota;
“O Mal da Juventude” de Ferdinand Bruckner;
“Medida Por Medida” de Shakespeare;
“Auto da Justiça” de Francisco Ventura;
“O Fidalgo Aprendiz” de D. Francisco Manuel de Melo;
“Os Doze de Inglaterra” de António Torrado;
“As Variações de Goldberg” de George Tabori;
“D.João e Julieta” de Natália Correia;
“Tudo Corre Bem no Melhor dos Mundos” de António Torrado;
“Lianor no País sem Pilhas” de Armando Nascimento Rosa;
“Ubu na Comuna” de Alfred Jarry;
“O Jogo da Salamandra” de Jaime Rocha;
“Do Desassossego” a partir do livro “Livro do Desassossego” de Bernardo Soares/Fernando Pessoa;
“Era Uma Vez Quatro” de António Torrado;
“As Páginas Arrancadas” de Luiz Francisco Rebello;
“Bão Preto” de João Mota;
“Um Bicho na Lua” de Richard Kalinowsky;
“Jornada para a Noite” de Eugene O’Neill;
“Auto da Alma” de Gil Vicente;
“Cara de Fogo” de Marius von Mayenburg;
“Homem Sem Sombra” de António Torrado a partir de contos de H.Christian Andersen;
“Roberto Zucco” de Bernard Marie Koltés;
“Karamel” de Christian Giudicelli;
“Todos os que Caem” de Samuel Beckett;
“A Colher de Samuel Beckett” de Gonçalo M. Tavares;
“Viriato Rey” de João Osório de Castro a convite do Festival de Teatro Clássico de Mérida;
“A Casa da Lenha” de António Torrado;
“O Efeito dos Raios Gama nas Margaridas do Campo” de Paul Zindel;
“O Tartufo” de Molière;
“Hamlet” de William Shakespeare;
“A Afilhada de Santo António” de António Torrado;
“Berlim” a partir de “Berlim” de Gonçalo M. Tavares

TRABALHOS PUBLICADOS E COMUNICAÇÕES

Comunicação – “O Teatro na Revolução” - França – Nancy.

Comunicação – “A Actividade Expressiva na Criança” - Itália – Florença.

Escreveu e dirigiu 13 episódios para o Programa juvenil da R. T. P., com o título:“Oficina de Drama”

Depoimento: “O Texto e o Acto: 32 anos de Teatro (1968 - 2000) ”. Simpósio organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian em colaboração com a Fundação da Casa de Mateus. Casa de Mateus 26 - 28 de Abril 1984 . Lisboa: F. C. G., 1988. Pág 155 - 158.

Comunicação – “Expressão Dramática e Juventude” no Colóquio “Da Juventude e Educação Estética”, Fundação Calouste Gulbenkian, 26/10/1985. In revista Percursos Cadernos de Arte e Educação, nº 1 – Setembro 89. Pág. 39 A 43.

Conferência: “Surgimento de Novas Correntes do Teatro Europeu” a convite da FUNDARTE (Fundação do Património Histórico e Artístico de Pernanbuco), na Casa da Cultura do Recife – Brasil.

Conferência e Debate sobre: “Teatro” no Centro Brasileiro de Estudos Estéticos e do Instituto Brasileiro de Filosofia – São Salvador – Bahia – Brasil.

Comunicação no 1º Congresso Luso Espanhol de Teatro - Faculdade de Letras de Coimbra .

Conferência e Debate sobre: “Expressão Dramática na Educação” no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian.

Teatro e Educação, no Encontro das áreas de Expressão Artística, em Castelo Branco.

Comunicação – “Teatro e Educação” para professores, na Escola Preparatória n.º 1, em Tomar.

“La Forza dell’ innocenza”, Dossier Comuna - Teatro de Pesquisa. Lisbonne. Theatre in Europa, Roma. 11 - 12 Abrile 1993. Pág. 117 - 119.

Comunicação – 15º Congresso de Psiquiatria em Coimbra – “O Actor (Criador) como Trabalhador do Inconsciente”.

Comunicação – 10 Anos Centro de Arte Infantil (Madalena Perdigão) - Fundação Calouste Gulbenkian

“Fragmentos da Memória: Teatro Independente em Portugal 1974 - 1994” . Catálogo da Exposição realizada no âmbito dos Encontros ACARTE 94, a 22 de Setembro. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994. Pág. 52 - 56.

Comunicação – I Congresso Europeu de Antropologia Literária (Psicanálise, Literatura, Artes) – “O Corpo e A Arte – Metamorfoses, Movimentos e Máscaras” – Instituto Superior de Psicologia Aplicada – Lisboa.

Comunicação sobre a Formação Teatral no FESTEIXO – I Festival de Teatro do Eixo Atlântico.

Entrevista para o livro de Eugénia Vasques “João Mota, o Pedagogo Teatral” Edições Colibri.